Toy Story ficou famoso como o filme a dar o pontapé inicial para os sucessos da Pixar, fazendo com que as animações feitas por computação gráfica dominassem o mercado e deixassem os desenhos tradicionais quase obsoletos e cada vez mais escassos.

Toy Story 2 também teve uma participação importante na história da empresa, pois foi a primeira continuação, coisa que só voltará a acontecer com Carros e Monstros S.A. em 2011 e 2012, respectivamente. Agora Toy Story3, por sua vez, é o primeiro a utilizar o 3-D estereoscópico. E segue a tradição da Pixar, em produzir filmes sensacionais.

A animação, como era de se esperar, está mais madura e fluída, coisa que não é de hoje. Alguns cenários parecem até reais, tamanha à qualidade do design. Mas de nada valeria isso se essa nova sequência com Woody e Buzz não tivesse uma história convincente e fosse apenas uma encherão de lingüiça para revermos os personagens. E nisso a Pixar está novamente de parabéns. Sem ignorar a passagem de tempo e o crescimento de Andy, o dono dos brinquedos, o filme segue em frente.

Na história, Andy está com dezessete anos, vai para a faculdade e seus brinquedos há muito estão guardados num baú em seu quarto, sem função. Não que o garoto tenha crescido e se tornado um adulto chato, pelo contrário Andy é um rapaz legal, mas ele cresceu e suas novas responsabilidades não permitem que ele tenha tempo para brincadeiras de criança.


E quando todos (menos Woody) são jogados no lixo por engano, eles decidem encontrar um novo lar, num lugar em que ainda possam ser úteis e é assim que vão parar na creche Sunnyside. Daí pra frente Woody, o Sr. Cabeça-de-batata e companhia vão bancar os heróis.

Buzz vai voltar a achar que é um patrulheiro espacial, dançar salsa (ou alguma dança latina similar), entre outras coisas. Uma ótima opção de divertimento para toda a familia.


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